sábado, 28 de fevereiro de 2009

Da arte de zZzZzZz


Fato: eu amo dormir.
Passado o terror da adolescência, eu desenvolvi uma relação com o sono que consiste em fazer dele minha via de escape das adversidades do mundo, ou algo assim. Não é muito maduro, eu sei. Mas foram várias as vezes em que eu simplesmente fui dormir pra não ter que, enfim, estar acordado, e lidar com o que quer que eu tivesse que lidar. E sonhar é tão bom, não é? Algumas vezes eu desejei poder dormir por dias seguidos, ininterruptamente, esperando que tudo se resolvesse enquanto eu vagava em outro mundo, alheio a todo o resto.

É. Eu amo dormir. Mas a verdade é que se eu não tivesse que acordar, talvez nunca fosse capaz de compreender o prazer que há em dormir. Tanta coisa na vida é assim, por pura falta de referencial. Saber que eu preciso acordar é o que deve ser o motivo de apreciar tanto minhas horas de sono; isso, ao invés de achar que sono é esconderijo. Não há fuga de nada. Todo mundo dorme e todo mundo acorda, eventualmente, e tudo continua no seu lugar. Só o mundo que não dorme.
Nem tudo são sonhos.


Foto by Joseph Hoban

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Visual charge, sort of speak


Pronto. Comecei a ver a quinta e última temporada do seriado gay mais completo ever, Queer as Folk. E o medo? Nessa relação doentia que eu tenho com meus seriados preferidos, é muito difícil quando chega o momento do fim - se já não é fácil terminar uma temporada, imagine como é chegar ao final de uma série.
Mas tem certos programas que eu já fiz um contrato comigo mesmo de assistir mais uma vez, a série completa; e QAF é uma delas. Quem sabe assim, seja um pouco mais fácil.

Aimeldels, olha só pra isso, minha gente.

Sobre a quinta temporada, começou conflituosa e complicada, mas segue divertida e sexy, como sempre. Emmet ainda me faz rir horrores, e a Debbie continua o máximo. O restante... só vendo.

Daí que, além de ver o Robert Gant em Queer as Folk, corri pra vê-lo também no filme Save me. Já tinha visto o trailer no Lambe-Lambe há um tempo, e tava curioso pra ver inteiro.



Assisti ontem, e achei lindo. É sutil, é bonito, a história é boa, o assunto é ótimo. Conta a história de um porra-loca sem rumo na vida, que é enviado pelo irmão para a Genesis House. É uma casa de religiosos que pregam a conversão sexual para gays, por meio do Senhor Jesuisi. Tá.
Enfim, o discurso do filme é bom, ele não toma lado de ninguém, o final é bacana, enfim; acho que agrada pelo ritmo visual da história dos personagens principais. Eu, pelo menos, adorei.


Robert Gant tá bem lindo, mas bem lindo muito. E o Chad Allen também encanta. E se vale o comentário, a atuação dele tá muito melhor do que no desatroso Third man out, devo dizer. Mudança boa.
Falei; quem quiser, é só baixar:

Sinopse: Quando Mark (Chad Allen) - um jovem gay viciado em sexo e drogas - atinge o fundo do poço, seu irmão o interna num retirio cristão no deserto do Novo México. A casa é dirigida por Gayle (Judith Light) e Ted, marido e mulher, que fizeram da sua vida a missão de curar jovens da sua "aflição gay" através de aconselhamento espiritual. Mas quando Mark estabelece uma ligação com um camarada também internado, Scott (Robert Gant), e o seu relacionamento evolui, os dois são obrigados a confrontar-se com os seus verdadeiros "eus".

Links:
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(Juntar com o HJSplit)

Torrent:
http://www.gay-torrents.net/torrent/84390

Legenda (PT):
http://legendas.tugagay.com/?p=612

Vale a pena. Juro.
Fui.


Links chupados do Portal Transveados

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Benjamin Button

Assisti ontem ao filme mais indicado ao Oscar, e etc. Primeiro, me arrependi de ter ido ao cinema do Taguatinga Shopping, que estava cheio de gente uó, o que prova que Taguatinga continua uma roça. Mas com os erros a gente aprende.

Quanto ao filme, eu achei ótimo. Gostei de como, em suas 2h e 40 minutos, ele transpassa várias aborgadens desse assunto tão global, que é o tempo (aliás, acabei de ver outro filme em que um dos personagens dizia que "o tempo é uma ilusão"). Enquanto assisitia, refletia sobre vários dos pontos que são narrados nas entrelinhas, e juro que gostaria poder pausar o filme pra ir anotando todos eles, porque são boas reflexões. Gostei de como a história inusitada nos mostra o ciclo da vida, ao indicar que bebês ou velhinhos, acabamos frágeis e necessitados de fraldas e cuidados de terceiros. Ao passar do filme a gente logo percebe que os personagens do Brad Pitt e da Cate Blanchet precisarão conformar-se com o passar do tempo até o timing perfeito em que irão se encontrar no meio. E todos os anos passando fazem com você, por detrás da trama, fique calculando a idade dele e a idade do corpo dele, e isso mantém um ritmo interessante. Como é uma situação aversa e que não condiz com a nossa realidade, é natural ficar boa parte do filme discutindo com seu próprio cérebro para conseguir entender o que é ser como o Benjamin. É estranho quando você olha pra ele e espera a postura de uma senhor, e na verdade, ele só tem 7 anos e está descobrindo o mundo; gosto também quando o filme diz que a vida é determinada pelas oportunidades que nos aparecem, tanto as que aproveitamos como as que descartamos. E uma coisa que muito me chamou a atenção foi quando ele percebeu que, por ser o único velho no asilo a ficar cada dia mais jovem, acabaria passando pela morte de todos ao seu redor. Então, só quando a velha senhora que lhe ensinou a tocar piano (e cujo nome ele nunca soube ao certo) morreu foi que ele pôde compreender a importância dela para ele.
É impossível não falar também da maquiagem nesse filme, que foi um trabalho genial. Eles não só te convencem de um Brad Pitt com 80 e poucos anos - e depois 70, 60, 50, 40, 30, e 20 poucos - como criaram uma Cate Blanchet de 17 anos perfeitamente crível! E lindíssima, ainda nos seus 20, 30, 40, até a idade avançada. E o que fizeram com a Tilda Swinton também foi excelente. A maquiagem é praticamente um personagem no filme, é um trabalho de gênios.
"O curioso caso de Benjamin Button" é um ótimo filme para pensar sobre um tema potencial para muitos questionamentos. É longo, mas vale o queimar de neurônios. Foram muitos os que eu queimei (e muitos os momentos de raiva que eu senti do casal que sentou atrás de mim, também), mas a memória não é exatamente o melhor amigo do homem; só consegui resgatar isso. Se me lembrar de outras passagens do filme e do que compreendi com elas, volto pra comentar.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Ed Westwick is the new Ben McKenzie

Pra mim, ele é o cute do momento, e o guri mais interessante de Gossip Girl.

OMG! Scratch cute, I mean hot.

No, I mean both.


Ok. My work here is done.



Fotos chupadas do Gossip Girl Fan e do Forum do Square Hippies

Taylor Momsen

Quer saber? Muito sou fã. Mesmo.
Ela tá cada dia mais linda e cheia de estilo. Adoro gente que exala glabour.


Digo mais. O nome da minha nova cachorrinha vai ser Jenny, em pura e explícita homenagem.
Prontofalei.


Fotos chupadas do Gossip Girl Fan

I'd link to thank the Academy...

pela escolha sábia.

Fiquei contente!






Foto chupada do Yahoo! Cinema

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Boiling inside (!!!)


Acabei de saber que a mulher da minha vida está preparando um novo CD pra este ano!!! Pelo que li, as músicas seguirão uma linha mais eletrônica, e com referências dos anos 60, e isso inclui até o Andy Warhol. A produção mais uma vez traz a impecável Linda Perry, e ela já está em estúdio compondo com uma banda chamada Ladytron, que até hoje eu desconhecia, mas já tô baixando pra ver qual é a deles.

A capa do AguileraWorld avisa que a Christina está voltando em 2009.


Toda a excitação do mundo!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Disse a sábia:

"Todo homem decente deveria experimentar o gosto da língua de outro homem pelo menos uma vez".
Madonna.

Passando pelos dois lados da graça

Não consigo ver sem rir.



"Mah beahd es so itcheh", diz o adorável.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

+ com + dá o quê?


O que acontece quando você come um biscoito da sorte e vem duas sortes?

"Uma surpresa agradável lhe aguarda", diz uma delas.
Sei...


58 41 36 31 50 08
15 22 45 16 34 13

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Gossip Girl #216 - You've got Yale

Blair is back!

Adorei ouvir falar de Gilmore Girls em Gossip Girl; adorei ouvir a Blair citar a Rory.
Adorei muito mais ver a Blair má em ação de novo, depois de tanto chorar pelo Chuck.

"B" is for bitch!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Be Right Back

Tô bem não.
Volto logo.
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