terça-feira, 28 de agosto de 2012

"The power of goodbye"

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Tanto tempo eu passei pensando na falta dos amigos daí, pra enfim fazer amizades aqui e perceber que vai tudo expirar. É como um reality show sem vencedor. É difícil demais porque eu não sei largar. E quando chega a hora eu largo mesmo assim, ou se-me arrancam, mas dói uma dor que agulha e permanece. Tipo uma daquelas doenças psicológicas que atacam se a gente pensa nelas.
Nunca fui tão sozinho como agora. É meio triste. Que os poucos amigos que tenho feito vão durar uma temporada e depois sumir, se juntar aos de antes, agrupados na saudade lá longe.
E seguir com a vida é tão fácil. Poxa, é tão boa a sorte de conhecer gente pelo caminho, afinal a highway da vida é tão longa, é bom ter companhia. Seguir é tão fácil; eu que não consigo, porque paro no caminho pra ficar olhando pros lados, e não adiante, querendo meu tudo de volta.

Não me contento só com a saudade. Involuo.

2 comentários:

  1. Os amigos da saudade estarão sempre te esperando (e te encontrando quando possível). Por que não botar mais gente nesse saco? Alguns cairão pelo caminho mas outros - até os dinamarqueses improváveis - volta e meia... voltam. Trust me.

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  2. Tá vivo? Hahaha

    Expirar?

    Eu não acho que as coisas expirem assim, mesmo que a presença física se torne difícil. Acho que amizades são um pouco mais do que isso, sabe?

    E vai curtir a vida um pouco. Sério. Eu uma vez embarquei nessa de abraçar o mundo e parar de cuidar de mim pra tentar dar conta da vida e quase empacotei com 21 anos na cara. Não existe sacrifício que pague o seu bem estar. As vezes isso implica ser pobre, mas antes pobre e com saúde né?

    Beijo Joe!

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