segunda-feira, 31 de março de 2014

terça-feira, 11 de março de 2014

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

quiet on set!


and... action!

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Casting



Eu não sou fã de piada, mas adoro humor assim simples, que sai fácil, quase sem esforço. É o tipo de habilidade que o ator tem ou não - forçar esse tipo de talento fica na cara. São tantas nuances, no que diz respeito a performance, que transformam a busca pelo ator ideal num processo que parece sem fim e sem saída. No momento, eu tenho escalados 3 dos 4 atores pro meu filme. Só falta encontrar o ator principal, aquele destinado a carregar a história. Destinado porque talento é coisa de destino mesmo. E tá difícil encontrar esse eleito.

O meu filme não é uma comédia, e o ator que eu procuro para o papel principal não é um comediante, mas eu não me importaria de dar uma chance nas audições para o canadense Darrin Rose (possivelmente o irmão separado no parto do Jason Sudeikis). Mas que graça de ator!

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

pro·gres·so: encontrar o que há de errado e tentar de novo. e falhar de novo

"Do you know how many dogs the Russians sent into space before a man walked on the moon? [...] that's what progress looks like: a bunch of failures. And you're gonna have feelings about that, because it's sad, but you can't fall apart."

Grey's Anatomy #1011

parece pouco



Resgatando o meu eu - ou tentando até o fim.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

o hiato que me consome

Eu acho que tentar explicar a essência de um personagem que é tão pesadamente baseado em mim mesmo, com suas motivações e seus porquês, é uma forma tangente de autoanálise, em cujo contexto o ator funciona como psicólogo improvisado. Ele escuta, toma notas e encarna a persona;  daí eu, atrás da câmera, posso esperar, com a performance, talvez encontrar o eixo dos meus problemas. É um começo.

Ainda sobre o meu curta, meu personagem principal se revela gay ao espectador na última cena, sem cerimônias, sem criar caso, sem firulas. Fiz questão que todas os personagens tomassem o fato como qualquer outra notícia, uma que tanto faz. Não quero que seja uma história sobre um gay que lida com seus problemas, mas sobre um rapaz que lida com seus problemas. Essa coisa de definir quem é o quê tem me cansado um bocado. Dia desses, o Luciano veio me contar que o Lee Ryan revelou - em pleno Celebrity Big Brother da tevê britânica - já ter ficado com um cara. A partir da notícia, as matérias online passaram a especular a possível bissexualidade do cantor e - ah, que preguiça eterna! Me peguei pensando se sou só eu que acho essas definições sem propósito.
Outro exemplo ocorreu ontem à noite com um grupo de amigos. Enquanto ríamos com as lembranças embaralhadas da véspera de Ano Novo, em que todos brincamos de trocar selinhos à meia-noite, uma das amigas veio questionar o Drew se ele era gay - ou pelo menos bissexual - por ter me beijado na virada do ano. Ele, elegantemente, respondeu que não é justo que o beijo de duas amigas seja normal e cool, mas que entre dois amigos rapazes, é caso de ser isso ou aquilo outro.

Por isso, no meu roteiro, esse é um detalhe entregue sutilmente no final: meu personagem não precisa contar pra ninguém se é A, B ou AB, porque a verdade é que ele tem coisa mais interessante pra dizer. E eu só posso esperar que seja notável o quão pouco essa questão importa.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Inspira,


que eu me exprimo.

sexta-feira, tanta coisa

eu mereço um break.


Ben Cohen para Attitude Magazine [x]

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

beautiful things



"I long so much to make beautiful things. But beautiful things require effort and disappointment and perseverance."

Vincent Van Gogh
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