terça-feira, 2 de janeiro de 2018

we can't help it,


Tamo junto, Mark. Um ano brilhante pra gente! Comecemos sonhando.

domingo, 31 de dezembro de 2017

p l a n a r

Estive lembrando os meus últimos fins de ano e a minha insistência em marcar os encerramentos dos ciclos, porque verdade é que acredito muito que a vida opere como uma grande círculo, transportando os fatores por picos e vales numa viagem infinda. Como disse, completo este ano com uma expectativa semelhante à da prévia da minha mudança, e assim recordei do meu primeiro fim de ano na Australia, quando eu, incapaz de qualquer defesa própria, me vi nu de quaisquer esperanças. E relendo minhas cartas finais de 2011 até 2016, pude novamente reparar em um padrão cíclico, que parece me trazer para um alto neste 31 de dezembro, após uma sequencia de baixos.


                                                                                       2017

                                                                 2016

                                               2015
2011                                                   
  2012                    2014
  2013


Sozinho, admiro a beleza da curva ascendendo, sabendo que tenho hoje munição como jamais antes, e me abrindo ao novo ciclo com sonhos novos na mente, sonhos que me ocorreram e me propelem para um tempo novo. Mais uma vez encerro o ano sozinho no meu quarto e, apesar de uma leve carência nesses dias, sinto a empolgação de saber que no futuro de amanhã os planos são possíveis e a prontidão de ir buscá-los para a realidade. 

Em 2018 eu me proponho a ler mais livros, escrever mais cartas, expressar mais pensamentos, criar mais artes, aprender mais línguas, repetir menos erros, conhecer mais pessoas, amar mais a mim mesmo, viajar a mais lugares e voar mais alto.


sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Casulo


Tem um bom tempo, meses, que eu tenho tido vontade de escrever, mas tem me faltado o 'sentar e escrever' de fato. Tentando aliar a rotina aos novos hábitos e aos prazeres antigos, a escrita foi ficando mais escassa e rascunhada apenas nas ideias. Mas não me culpo; dois mil e dezessete foi mesmo um ano de plantio, de investir no que virá.

Mas eu insisto em marcar o fim das coisas, e voltar aqui antes de virar o tempo era preciso. Neste ano, me propus a ver menos filmes e ler mais livros, e consegui: cento e cinquenta filmes e lendo o sexto livro. Trabalhar bastante, conhecer o Sul do Brasil, fazer amizades, cuidar do corpo - todos alcançados, em algum nível. No entanto, o maior êxito deste ano foi o de finalmente começar tratamento psicológico. Meu grande sucesso, que em princípio achei que eu tivesse demorado demais na vida para providenciar, mas que no fim das contas veio em hora certa, tal como era pra vir. Dei sorte de encontrar uma ótima aliada para me acompanhar e me ajudar a abrir os olhos para mim mesmo. Pude entender que o meu lado fraco e fragilizado não precisava ser eliminado, mas que - pelo contrário - carecia de zelo e confiança para ganhar a força com que é capaz de se munir. Quem diria?

E os planos... a minha angústia por idealizar está aos poucos tomando seu lugar sob minhas rédeas, e sigo cada dia mais capaz de planejar com equilíbrio, e me adaptar às curvas de estrada. Este último semestre foi mesmo campo de semear vontades, visando sorte boa no ano par que nos espera. Nesses seis meses, eles foram se ajustando, e até mesmo se transformando, e, para minha surpresa, eu soube abrir as mãos aceitando cada mudança e me preparando de acordo. 

Aliás, esta aí outra grande conquista, a que desencadeou este tempo de progresso: me abrir e dizer sim às possibilidades. É o que tem fundamentado a lapidação da autoestima e da porção de mim que custava em achar seu lugar: dizer sim primeiro, depois ver no que dá. Há muito a ser trabalhado ainda, mas finalmente iniciei uma jornada que tem mudado meu curso a rápidos passos.

Este ano foi o meu casulo. Como diz minha Psicóloga, eu sou uma borboleta afoita para voar alto. Venho sentindo algo semelhante à antecipação que sentia às margens da minha mudança para a Austrália, aquele medo empolgante e arrebatador que coloriu meu 2011.

Sinto que 2018 será meu ano de voar.


Um ótimo novo ano pra você! Que seja um novo tempo!

terça-feira, 8 de agosto de 2017

[ nove anos ]


Olhando para trás, para a pessoa que começou a escrever aqui, vejo o quanto ela foi longe. Me orgulho de ter registrado todo esse caminho, de ter por escrito as memórias do passar dos anos. Lá em 2008, no auge das minhas angústias, jamais poderia supor que hoje estaria bem. E mesmo quando não estive bem, mesmo quando não estou, eu estou bem. Está tudo bem. O medo de chegar aos trinta, no fim era só um medo. Minha cabeça se aprimorou, meus problemas, aos poucos, aclararam, e os que permanecem turvos, aclararão.

Oitocentas e quarenta postagens e mais de quinhentos mil acessos. Nove anos atrás, eu não sabia de nada. Hoje, do pouco que sei, vejo que cresci, e que estas cartas me ajudaram a fundamentar quem me tornei – e me torno. Não escrevo esperando retorno alheio, sempre foi claro que escrevo para mim. Mas me alegro em saber que meus relatos, desabafos, inspirações alcançam e afetam a outros. Somos para dividir.

Uns anos mais frutíferos, outros menos constantes; uns bem leves, outros meio taciturnos. Por vezes ausente, contudo, nunca desistente. No silêncio ou na palavra houve acerto e erro, e com tudo eu aprendi. Vejo o avançar dos anos e dos textos e sei que eu mudei. Pra melhor!

Talvez só agora esteja claro: felizes nove anos, Querido Benin!

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Um punhado do tempo


Jim O'Rourke – Viva Forever (Cover)

Voltando de Urubici, cidade pouseira da Serra Catarinense, depois do insucesso da neve que não nevou, porém afortunados com todo o resto de que dispusemos, o Luís me ofereceu um jantar em seu apartamento, no centro de Florianópolis. Compramos ingredientes, ele cozinhou um excelente ratatouille, trocamos fotos da viagem, rimos. Agradeci várias vezes. Chamei um Uber. Meu carro chegou segundos após cruzar o portão do prédio. O vidro desceu, e um sorisso me averiguou: Joe?

Uma vez sentado no banco do passageiro, o Uber dispara a puxar conversa, para lá de amigável. Não era apenas um sorriso, era um Sorrisão que papeava comigo. Contei das aventuras do fim de semana, das belezas da Serra e do acaso, até o Uber tornar a averiguar: Você estava no apartamento do Luís? – não só eram amigos, como ele havia combinado de subir junto para Urubici, mas acabou não dando certo.

Na rápida corrida até o AirBnb onde estava hospedado, falei sobre minha falta de planos para o restante da estadia na Ilha. Ele me olhava nos olhos, o pescoço torcia para mim em 90º, o sorriso lhe cobria toda a extensão do rosto, emoldurado pela barba curta, os olhos amiudados. Havia ali uma energia que rebatia entre nós, que brotava dele e me acalentava todo, e então se arremessava de volta direto ao Sorrisão.

Chegamos ao destino, chequei o nome dele no aplicativo e, nervoso, agradeci: obrigado, Marcos. A gente se fala... eu acho. Aperto de mão. Desci do carro, sem conseguir sair por completo. Meia-volta.
Me chama pra sair, Marcos.
Anota meu número, ele devolveu de imediato.
Sentei-me novamente, agora de frente para o motorista, e anotei seu telefone. Ele sorriu aquele sorriso a centímetros do meu. Outro aperto de mão, olhares engatados um no do outro, e ele me beijou. Beijos de calor aos poucos transitaram para o território do afeto, e logo éramos duas peças encaixadas – eu, fetal, dentro do abraço dele – e ficamos ali, acoplados. A noite expirava, o cansaço nos consumia, mas não sabíamos como nos soltar. Ficamos de nos ver outra vez.

E nos vimos, outras vezes ainda mais intensas, que certamente narrarei aos detalhes em minhas cartas privadas. Na hora da minha partida, ambos sentimos a ânsia de um tempo a mais, e ele me ajudou a adiar minha passagem para o próximo dia. Aproveitamos as horas extras na companhia um do outro; o tocar incessante, o olhar no olho, o compartilhar de histórias, o beijar quente de afago. Mas eu sabia que, por quantos dias adiasse meu retorno, tudo se tratava de prazo. 

UM PUNHADO DO TEMPO, é o que tivemos; um precioso pedaço do prazo maior. Agora há a distância física, e também a distância de tudo aquilo que nos torna separáveis, porém, dentro das distâncias, há o colar das nossas peles e o carinho que foi e permanece, e a memória dos afetos e o desejo de outros próximos, o plano do reencontro. Há o mundo pessoal dele que me falta explorar, e a ele, o meu.

E ainda que isso leve a lugar nenhum, ainda que nada mais se suceda e tudo seja não mais que momentos no tempo que foi e ficou apenas na lembrança, conhecê-lo fez me compreender o quão belo é poder voltar a me abrir e me arriscar; depois de tanto tempo, pude, enfim, deixar alguém entrar e dividir a pessoa bonita e interessante que eu sou. Não é justo manter tudo isso aqui dentro trancado. Abrir-se pode ser algo fantástico e guiar a lugares que você não imaginaria descobrir sozinho. Só é preciso se abrir e permanecer aberto, e ali o fantástico acontece.

domingo, 6 de agosto de 2017

Remédio para o foco


Conhecer o Luís foi uma das maravilhas a me surpreenderem nos meus curtos, mas proveitosos dias em Floripa. Nosso primeiro contato já foi em si curioso, e rapidamente nos aproximamos. Ele não somente ama cozinhar para os amigos, mas também incluí-los em seus programas e dividir suas experiências – e não há limites para o prazer que lhe soma doar-se a seus queridos. Foi sorte poder adentrar o seu círculo. 

Ele é um jovem homem de 56 anos que absolutamente ama viver e, brincadeiras à parte, tem muito a compartilhar. Seus passeios, que generosamente viraram nossos, renderam conversas agradáveis e, para mim, transformadoras. Eu sempre fui de depender de perspectiva alheia que me empulsione em certos cenários, e o Luís parecia ter as respostas que eu precisava já prontas, embaladas e dosadas para consumo, como pílulas que ele receita de rotina aos seus pacientes. Sim, ele é médico pediatra por ofício. E artista plástico por amor, e fotógrafo por hobby. E, como num consultório, eu me senti livre para confiar e me abrir a ele numa relação confidencial, expor a minha vulnerabilidade, os meus casos, as feridas ainda à mostra e as que seguem cicatrizando. Para tudo havia diagnóstico, assertivo e cuidadoso. É o seu instinto – cuidar, prover, tratar, mesmo depois que pendura seu jaleco.

Primeiramente, ele se assustou quando confessei que tenho fama de escroto e dificuldades em socializar, afinal sua avaliação revelava o contrário: um garoto adorável e boa companhia. Expliquei que a raiz do meu comportamento está na minha base familiar, sem estrutura, e ele, sem conhecimento aprofundado da situação, só pôde me receitar uma dose diária de "enxergue seus traços positivos". Num outro papo, falamos de relações amorosas e do gênero – outra de minhas patologias – e  citei meu trauma do Câncer de Cooper. Relatei a ocorrência mais recente, um contato feito pelo mencionado semanas antes.
Numa manhã de julho, acordei e fui checar meus e-mails. Em negrito, uma única nova mensagem roubou-me a atenção, e lia "Hey, it's Coop". Pontuei com lágrimas o final do título, antes mesmo que tivesse a coragem de revelar o corpo da mensagem.
Brevemente resumi o histórico da minha debilitação passada, chance vista pelo Doutor de compartilhar um pensamento pessoal com poder de tratamento ao meu problema; ele aconselhou que daqui adiante sempre me pergunte: Eu sou o foco? E completou: "é natural acreditar que a pessoa de fato gosta da gente, mas por vezes é um engano. Certeza que ele gostava de você? Ou ele apenas fazia parecer? Se você se doa por completo e esse alguém não ecoa, caia fora.", ele disse – ou algo assim.

Prometi me lembrar do seu conselho, em honra à sua sabedoria, em honra à minha própria. E seguimos à bela Praia da Guarda do Embaú.


domingo, 30 de julho de 2017

Um lindo jogo de acasos


Eu sabia que, no meu tempo curto de visita a Floripa, eu precisava me dispor a um momento de reflexão. Nestas férias eu precisava reajustar as ideias, encontrar alguns nortes, pensar. Mas essa viagem estava preparada para mim muito mais do que eu estava para ela. Eu só tive que chegar lá.

Como disse antes de embarcar, eu aprecio o compromisso de viajar sozinho. Desta vez, porém, estava com um leve receio quanto à minha falta de planos, e o que isso poderia significar no esquema maior de "aproveitar ao máximo". Mas tudo foi se desdobrando numa viagem a lugares lindos e também a camadas interiores que eu precisava acessar. Eu não tinha ciência do quanto eu precisava de tudo o que encontrei em Floripa – e pelo mais lindo acaso.

Acabei conhecendo pessoas sensacionais e tendo oportunidades que jamais teria planejado sozinho, e o único preço foi me abrir, o que me é naturalmente difícil. A verdade é que por vezes me surpreendo com o quanto isso é menos desafiador do que eu costumo enxergar, desde que o acaso também faça sua parte em me colocar diante das pessoas certas, no lugar e tempo certos. Logo na minha primeira noite na cidade, já conheci uma pessoa incrível, que, com muita hospitalidade e boa vontade me levou para conhecer cantos lindíssimos, não só na ilha, mas ainda na Serra Catarinenese, um passeio que ficou carimbado na minha memória. Nestas escapadas pude reajustar meu foco um pouco, mas foi mesmo nas nossas conversas que tive a sorte de fazer reparos na minha compreensão de tudo, mas principalmente de mim mesmo. Embora só me conhecesse há 3 dias, o Luís pode fazer uma leitura precisa da minha pessoa – e uma que eu necessitava ouvir. Ele me assegurou de que sou um rapaz incrível, atencioso e interessante, e listou tantas outras qualidades, assinando com o apelo de que eu não me desvalesse ou esquecesse de minhas qualidades. Nunca.

Floripa tem um astral que me atraiu bastante. Tá nas ruas, nas pessoas, nas belíssimas praias e outros pontos naturais que atraem os olhos de quem mora ou passa pela ilha. Floripa pra mim foi não só um lugar ou uma viagem, mas um espaço de tempo, uma sorte de oportunidades, um jogo de acasos. Que eu precisava demais, mesmo sem saber!


quinta-feira, 13 de julho de 2017

Ah, férias!

Não pensei que fosse sentir falta de um break tão rápido, mas cá estamos. Curtindo muito estar de férias por três semanas – recesso escolar, todo mundo ganha. Menos quem é horista, no caso, mas a gente ganha em paz mental, o que já é de todo um certo lucro.


Amanhã chego a Florianópolis! Por anos tive um enorme interesse em conhecer o Sul, e depois de quatro dias maravilhosos que passei em Porto Alegre em maio na companhia do meu querido amigo Sílvio, que veio de Sydney passar férias no Brasil, e com a participação muito especial do maravilhoso e saudoso Tiozinho da Foto, Rodrigo, agora retorno à região para um novo passeio, desta vez acompanhado apenas por minhas loucuras. Aliás, viajar sozinho tem enormes vantagens, porém confesso estar apreensivo de sair sozinho – na noite, eu quero dizer. De dia é fácil explorar a cidade sozinho, é gostoso. De dia você é ninguém mais que um passante. É à noite que tudo se transforma, na noite sempre há destaque, os olhos estão atentos.

Depois de uma semana em Floripa, chego a SP para dar um beijo nos meus amigos amados. E curtir Sampa no frio, que eu sou fã. Quem sabe neste ínterim eu reavalio umas coisas e me encontro. Estou precisando.

domingo, 21 de maio de 2017

#loveislove: OVERRATED

Finalizando esta semana de combate à homofobia e transfobia, minha última dica é meu próprio curta-metragem, escrito em 2013, produzido em 2014 e lançado em 2015 – um longo trajeto que levou muito trabalho voluntário de gente promissora, zero verba, mas muito zelo e paciência.

Em OVERRATED eu conto a estória do Benin, um rapaz introspectivo e inseguro, mas com muito a oferecer ao mundo e àqueles à sua volta; no pedaço de vida retratado em 23 minutos, ele se depara com uma cadeia de infortúnios que parecem conspirar para derrubá-lo e afundá-lo de vez no buraco negro em que sua mente frágil se encontra. Mas a maior mensagem do filme reside em relutar está em se prender ao que ainda lhe traga luz quando tudo for trevas e se reerguer, e em reconhecer o valor das adversidades – e das amizades. Você não está só!

Eu roteirizei, produzi e dirigi o curta na Austrália. Foi minha primeira obra recém-saído da escola de Filme & TV e, acima de tudo, um projeto com enorme significância pra mim, por retratar um estágio importante da minha experiência morando fora e sozinho, e servir como um escape fundamental num período em que, preso num espaço mental obscuro, não podia me expressar de outra forma. Terei sempre grande carinho por esta obra, mesmo ciente de sua simplicidade técnica e narrativa.

O curta esteve trancado enquanto eu tentava festivais, mas agora está oficialmente liberado no meu canal no Vimeo com legendas, além de clips de making of e cenas cortadas, entre outros trabalhos. Fique à vontade para compartilhar o link e dê a sua nota ao filme no IMDb.

Abaixo o trailer, e para assistir ao filme completo, CLIQUE AQUI.


sábado, 20 de maio de 2017

#loveislove: BARRACUDA

Descrita como "uma comovente estória sobre identidade, obsessão, desejo, as alturas vertiginosas do sucesso e o aterrorizante risco de fracasso", Barracuda conta, em um arco conciso, a trajetória do jovem Danny Kelly em busca do sonho de ser o maior nadador do mundo.

Vindo de uma família de imigrantes de classe média, Danny ingressa em uma escola de elite em Melbourne como bolsista, para integrar o treinamento de natação da instituição. Seu primeiro desafio é superar o preconceito quanto às suas origens e conquistar o respeito do seu time. Ao longo dos anos 1996-2000, torcemos por um garoto obstinado que tropeça em sua própria obsessão com o sucesso. Vencer é tudo, mas antes Danny terá de aprender a vencer a si mesmo. À medida que se aproxima do seu objetivo de representar a Austrália nas Olimpíadas de Sydney em 2000, ele enfrenta uma barreira de obstáculos fora d'água ao explorar sua sexualidade – no desenvolver de uma paixão asfixinte por um colega de time, que lhe causa um descompasso–, e manejar suas relações e impulsos adolescentes com um objetivo claro em mente: a vitória. Há muito que aprender nesta jornada tão impulsiva e veemente.

A minisséria, contada em quatro episódios de 1 hora, é baseada no livro do romancista Christos Tsiolkas e foi produzida pela NBCUniversal com o canal australiano ABC, e então adquirida pela BBC Three, que acreditou que o programa se enquadra nos moldes de produção do canal, por ser um drama complexo e emocional, lindamente executado, e com uma trama rica que aborda temas pertinentes ao público jovem. De fato, é uma produção delicada e distinta, um lindo exemplo do potencial produtivo da tevê australiana e uma bela dica de conteúdo.

Por enquanto, Barracuda infelizmente não está disponível em plataformas de streaming. Interessados terão de recorrer a fontes alternativas.



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