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quarta-feira, 4 de agosto de 2021

on the grind

Assim que eu queria estar suando.

Eita, Chris Meloni 🔥😅

Tem mais de onde vieram essas.

quinta-feira, 29 de julho de 2021

- bota (pt. 1)

Hoje deu bom! Levei 5ml de CoronaVac no bíceps esquerdo. 

Você sabia? O braço esquerdo humano é ideal para gesticular mandando o despresidente para a casa do caralho. Já o braço direito, também.

Segunda dose, daqui a 4 semanas. E aí, já vacinou, puta?!
Viva o SUS! Viva a Ciência! E Fora Bolsonaro!

 


quarta-feira, 28 de julho de 2021

Who wore it best?

E é isso. Liguei pra Geraldo, peguei meu táxi e vim pra bem longe.


Pode cortar.

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

sexta-feira, 19 de maio de 2017

#loveislove: COMING IN

Sair do armário é tema comum em produções de temática LGBTI, mas poucas exploram a hipótese de entrar no armário – e com tanta destreza. Com essa premissa, Coming in te faz refletir sem ter que pensar demais. A websérie é uma opção descontraída e simpática na programação online do canal canadense CBC Comedy.

O projeto é de autoria do casal Graydon Sheppard e Kyle Humphrey, criadores da deliciosa porém curta série Shit girls say, sucesso no YouTube em 2011-2012 – saudades! Em Coming in, a dupla viu a chance de trazer uma abordagem curiosa ao típico personagem gay, com boas doses do humor sagaz característico de seus textos. Na trama, Mitchell (Dylan Archambault), recém-casado com seu parceiro, um dia acorda heterossexual e precisa lidar com a mudança involuntária. Cada episódio retrata um estágio da sua revelação inversa, e a série brinca com estereótipos ao apresentar um protagonista que mantém os traços de personalidade que o definem gay, mesmo que agora ele goste de mulheres. A temporada tem apenas 11 episódios, que levam em média 3 a 5 minutos, e está disponível no YouTube. Abaixo a playlist completa:



quinta-feira, 18 de maio de 2017

#loveislove: PLEASE LIKE ME

Please like me é a criação acertada do humorista Josh Thomas, um guri de Melbourne que ganhou o mundo com seu humor refinado e sem quaisquer ressalvas, ainda que tratando de assuntos sérios como depressão e outros transtornos mentais, além de tantos problemas rotineiros que definem a experiência de ser um jovem adulto.

Admiro muito em Please like me os diálogos descolados e naturais, a ponto de parecerem não-roteirizados, e a mescla de humores que entrepassa dramas tão pesados. O talento do Josh para a comédia começou a ganhar atenção com espetáculos de stand-up comedy em clubes de Melbourne e depois em turnês pela Austrália. Eu cheguei a comprar um DVD de uma apresentação ao vivo dele e, juro, quando assisti eu ri em níveis que poucas vezes alcancei na vida.

Esta é uma série certeira e maestral em retratar as incertezas e dificuldades da juventude: socialização, relações familiares e independência, tratando da sexualidade de uma forma muito evoluída e genuína, mas sem tornar o assunto o centro temático da história.



Quando a primeira temporada estreou pelo canal australiano ABC, eu estava morando em Sydney e me identifiquei de imediato. Na época, me serviu como inspiração para escrever meu próprio material, e me lembrava um pouco o espírito de Girls. Rapidamente a série ganhou espaço fora da Austrália, e o canal americano Pivot encomendou a segunda temporada. Hoje, a série já concluiu quatro temporadas, todas disponíveis por lá pelo serviço Hulu. É uma produção primorosa, com ótima direção e fotografia e você vai querer viver neste mundo de cores pastéis, comidinhas sofisticadas e personagens apaixonantes.

No Brasil, todos os episódios estão disponíveis na Netflix e é do tipo que precisa ir direto pra sua lista. É série pra ver e guardar. E rever.

Convença-se por fim com este clip de cenas das quatro temporadas:


quarta-feira, 17 de maio de 2017

#loveislove: THE OUTS

Dezessete de maio é o Dia Internacional de Combate à Homofobia e à Transfobia, que no caso é hoje. Eu particularmente já não sei se me resta qualquer esperança, mas acredito na validade da luta como todo.

Da minha parte, prefiro celebrar a diversidade por meio da arte, como de costume. Assim, vou recomedar durante esta semana algumas produções temáticas, indies ou não, que me agradaram por sua qualidade de conteúdo e por me fazerem rir – e às vezes chorar, mas principalmente rir.

Começarei com THE OUTS, web série criada em 2012 pelo Adam Goldman, que também estrela no papel principal de Mitchell, um cara frustrado com o término do seu relacionamento com o charmosinho Jack. A série é uma espécie de dramédia romântica com um humor sutil e inteligente e sacadas espertas sobre amadurecer diante dos problemas da vida adulta. Faz muito meu tipo e foi grande inspiração na época de pré-produção do meu curta, principalmente pelo formato.

The Outs tem seus sete episódios disponíveis no Vimeo e, depois de conseguir fundos, partiu para a produção da segunda temporada, que estreou no ano passado – esta em oferta na plataforma para locação ou compra. Eu digo que vale a pena assistir.

A primeira temporada completa, com opções de legendas, você pode assistir de graça na página oficial da série. Aqui abaixo o piloto:

sábado, 18 de março de 2017

how's this for a shift

Quarta:
afundar em problema inconveniente desnecessário, lamúrias, milkshake de maracujá; 

Quinta:
mais lamúrias, jantar que por pouco não sai, mousse de manga, conselhos a distância, risos na madrugada;

Sexta:
abrir mão de quem me faz mal [x], Mexicano, pastel de tres leches, encontro de Tinder sem sal com filme sem sal;

Sábado:
 Yoga, Funcional, musculação, tirar o dia pra mim, brigadeiro branco, musical dos anos 50, esquecer lamúrias, voltar a blogar coisas alegres.

Domingo:
começar a semana reduzindo problemas e curtindo bobagens.



via Adult Swim

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Sigo seguindo

Sobre dois mil e dezesseis:

– Tenho tentado ser mais atraente,
mas é tão difícil, sabe, por conta da minha genética.

Caps do episódio 01 da quarta temporada de Please Like Me.
Josh Thomas é meu espírito animal!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Pára a bola!

Katy Perry fez bonito no half time do Super Bowl no domingo, o mundo inteiro viu. Sílvio Santos adorou e já chamou a bonita pro SBT. Vem aí:



Não resisti :)

domingo, 23 de dezembro de 2012

O Contador de Histórias de plástico - Pt 1: O êxito

O desafio não era apenas criar do zero uma animação em 3D: modelar, colorir/texturizar, iluminar, preparar câmera, animar, renderizar e editar - sem experiência alguma com os recursos do programa.

O desafio era também a ideia. Pensar na estória levou um esforço mental equivalente ao das longas horas investidas na execução; uma história que fosse curta, porém de efeito - com início, meio e fim, com sentido e apelo.

Por fim, criei. Meu triunfo, acredito, foi conseguir contar uma história leve e ingênua, em concordância com seu formato, mas que carrega uma moral em sua mensagem.


(indico assistir em tela cheia e 720p HD)

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Troquei seis por meia dúzia (de bananas)

Tropical como o quintal lá de casa, a Austrália se enche de orgulho da sua safra de bananas, que sofreu os efeitos de uma grande enchente há cerca de 1 ano, o que abalou a economia e o estilo de vida do país.



A produção parece ter se estabilizado, e o quilo da banana, antes sambando na casa dos AU$ 15,00, voltou ao valor normal, abaixo dos AU$ 3,00. Toda a nação respira aliviada. Aussie bananas are back.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Que time é teu?

Quarta-feira, dia da novela terminar mais cedo, pros cafuçus poderem assistir ao sagrado jogo de futebol. Opa, acabo de me lembrar que, por aqui, a preferência nacional é o rugby. Eu acho mais interessante, mais potencial, mais friendly.

Ai como eu tô esportivo!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Enquanto isso, no trabalho...

Meu chefe é daquelas pessoas engraçadas sem querer. Nem percebe que seu jeitão abobado faz rir. Dia desses, a gente começou um assunto que desenrolou até parar em outro canto bem distante e, no meio do caminho, tava ele me dando conselhos pra vida. Que eu tomasse cuidado com as amizades. Que tem muita gente errada no mundo, e que eu sou um menino bom e devo ficar de olho; que existe muita promiscuidade por aí. Foi quando ele deu uma pausa, tomou ar, e disse:

- Assim, não tenho preconceito nem nada disso, mas... (breve pausa) você gosta de mulher ou de homem?

Trabalho com ele há quase 3 anos e nunca toquei no assunto, mas também nunca fingi não ser gay. Apenas não comuniquei o fato, fiquei na minha. Contudo, achei que ele já devia desconfiar.

Não aguentei o jeito como ele me perguntou. Eu tive que rir, antes de responder "de homem". Ele, então, prosseguiu com os conselhos.
E assim foi meu outing pro meu chefe. Divertido e sem estresse.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Um beijo, São Paulo


Big girls don't cry (versão da Lily Elise, minha preferida do The Voice). Linda e adequada.


Era pra ser inesquecível, e foi. Aparentemente, foi só eu chegar na cidade e o tempo frio deu uma trégua (pelo menos até perto do fim da viagem, quando esfriou de vez); abriu um solzinho gostoso que brilhava por entre o vento gelado, que soprava pra ninguém reclamar.
Wans e Alexandre me receberam mais uma vez e, olha, não tem hotel no mundo que eu preferisse a essa estadia. Aprontamos tudo que o feriado+fim de semana nos permitiu. Tivemos o Edu com o Mau e o David com o boy, muito fofos e engraçados, como de costume.

Os meninos me apresentaram lugares que eu adorei, de imediato. Depois paguei de guia turístico pra minha amiga Fernanda, levando-a por passeios que eu adoro repetir. Foi ótimo andar à tarde na Paulista e à noite na Augusta, como se o mundo inteiro coubesse por ali.

Marquei de ver três amigos do Twitter, não consegui ver nenhum. Vi, porém, uma arroba com quem jamais esperava esbarrar, e digamos que essa parte foi boa e ruim. Digamos ainda que eu já citei esse urso por aqui uma vez. E isso é tudo que eu tenho a dizer sobre isso.

Enquanto gays de todo o Brasil acompanhavam o movimento da Parada Gay no domingo, eu fiquei de cama, recuperando meu fígado de uma imprudência do sábado à noite. Mas só depois de dar uma volta pela Liberdade acompanhado pelo adorável SG, que eu, enfim, tive o prazer de conhecer além da tela. Tímido (mais do que eu), mas uma graça o moleque. Queria passar o dia inteiro com ele debaixo da coberta, jogando papo fora e comendo besteiras no sofá. Parecíamos dois amigões de longa data, revelando contos e segredos da vida real. Ainda bem, não perdi a chance de um abraço ou dois.

Esta ida a SP teve um peso diferente de todas as outras; já começou e perdurou com ares de saudade. Fiquei ainda mais próximo dos meninos. Virei oficialmente o bebê da Mansão Bewilde - e foi assim que me senti: parte da família. Os dois papais me levaram pra desfrutar da vida boa no centrão, e cuidaram de mim quando tudo desandou. E como foi divertido! Sinto falta do Wans gritando Xaaan e das conversas descabidas daqueles dois. Quando deixei o ninho, o estranhamento foi de todos. Deividi, por outro lado, fez o papel do terceiro pai, o durão, aquele que dá bronca e conselho, mas depois abraça com carinho. Estão todos no meu coração.

Eu disse que teria registro, e aqui está. Claro que um vídeo não é suficiente pra dividir com vocês esses momentos meus, mas vale a compilação de alguns deles. Tem até eu bêbado, então saiba que a coisa não tem como ficar mais exposta do que isso. Enjoy!



Um beijo enorme pra todos que tornaram inesquecível essa viagem. Que este não seja o beijo derradeiro!
Se cuida.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Eu gosto dos meninos

E teve boatos de que eu fazia parte do curta Não gosto dos meninos. Agradeço aos que me mandaram elogios, mas o guri não sou eu. Eis a comparação - em vídeo - pra não restarem dúvidas:



O curta, dirigido pelo André Matarazzo, é uma versão brasileira do projeto It gets better e reúne depoimentos de gays, lésbicas e transexuais que contam como a sexualidade se tornou o menor de seus problemas.



Pronto, cada um com o seu devido mérito.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

hihihi

 Zach Galifianakis, um novo amor.


Gif chupado do GifMeThat

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Cadê os Francis desse Brasil?

No começo do ano eu comentei sobre o GayBachelorBlog, um catálogo online de lindos moços solteiros em busca de amor. Não que isso faça meu tipo, mas de alguma forma a proposta do site me agradou (ou talvez sejam os lindos moços mesmo).

Enquanto estava de férias, os responsáveis pela página entraram em contato comigo via twitter, pedindo um auxílio para recrutar gays solteiros brasileiros para um Brazil Week no GBB. Como estou me organizando aos poucos desde que cheguei, só hoje parei para fazer o serviço. Atualmente só há 2 perfis da América do Sul no site: o chileno Sebastián, e o paulista Gui. Que tal bombar de brasileiros bonitos e interessantes por lá? Pensando nisso, achei apropriado recorrer aos amigos e leitores, que, naturalmente, fazem o requisito.

Então se você acha que pode se juntar aos lindos em oferta no site (tais como o David, o Isaac, o Alessandro e o Rocky), o regulamento é simples - mas tem que saber inglês pra participar:


1) Escreva uma pequena bio: fale de você de forma atrativa e sintética. Nada de duas linhas nem duas laudas, ok? Faz a inteligente, se vende direitinho. Você já fez parecido no perfil das milhões de redes sociais e sites de relacionamento em que se cadastrou.

2) Informações básicas: Seu nome, idade, cidade e estado onde mora, para ficar listado por tags e facilitar a busca no site.

3) Fotos: de oito a catorze fotos, capricha na hora de escolher. Nada daquelas fotos com amigos em volta, nada de fotos pelado e nada de baixa qualidade também, né? Pode mandar as fotos daquele book que você fez bem produzido, mas pelo menos 1 foto tem que ser caseira.

4) E-mail: por onde aqueles interessados em te "cutucar" vão entrar em contato.

"E o que eu ganho com isso?" - pergunta o leitor com o dedo na boca e a sobrancelha arqueada. Eu respondo: se for aprovado no casting, você ganha do site, além de uma exposição danada, um voucher da OutAdventures, agência que organiza viagens para o público gay ao redor do mundo. Que pode não ser 1 milhão de reais em barras de ouro, mas é melhor que todo aquele nada que você ganhou se cadastrando nos sites de relacionamento de qualidade duvidosa, e que eu bem sei que você tem o perfil até hoje.
E se, mesmo assim, não desencalhar, pelo menos você viaja.


O lindo Francis ainda está disponível, mas é preciso perseverar. E se mais brasileiros se inscreverem, mais visibilidade o site ganha por aqui, e assim, maiores serão as chances de um brasileiro interessante achar o seu perfil. Agora se você não tiver mesmo interesse em botar seu rostinho gato pra todo mundo ver, ao menos passa adiante o recado. Que tá todo mundo precisando de amor nessa vida, e qualquer via tá valendo.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

GERALDO!

Prepara o táxi que eu tô indo pra Paris agora!

Fui. Me ama e me espera?
Divirta-me!


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